Perigo Dos Ratos

Perigo dos Ratos

OMC pressupõe a existência de 3 roedores por habitante. No Brasil que possui cerca de 200 milhões de habitantes, o prejuízo por ano é de US$ 4,0 bilhões. Os ratos competem com o homem por alimentos, uma vez

que se alimentam de culturas e produtos armazenados. Cada rato consome por dia 10% de seu peso, mas o perigo maior é se levarmos em conta a contaminação dos alimentos por urina e fezes.

A presença de ratos pode acarretar outros problemas como os acidentes devido aos danos causados em fios e cabos de máquinas e instalações elétricas. A presença de ruídos e chiados em ligações telefônicas se deve muitas vezes aos ratos, eles têm a necessidade de roer para gastar os dentes que crescem 3 mm por semana.

Os ratos são responsáveis pela transmissão de cerca de 200 doenças, onde destaca-se a leptospirose. Os ratos urinam várias vezes ao dia e em pequenas quantidades, mais ou menos 40 vezes. Veja a seguir quantos focos de possíveis doenças podem ser criados em um ano.

Cada 10 ratos urinam 40 vezes ao dia, sendo multiplicado por 365 dias, igual a 146.000 focos.

é vital para o controle desta que sejam seguidas todas as etapas do Controle Integrado de Pragas, associadas ao saneamento e higienização da área para evitar fatores de favorecimentos à praga. Como base de controle podemos seguir os seguintes passos:

1. Auditoria para identificação dos pontos problemáticos;

2. Conhecermos as proximidades do estabelecimento como um todo, pois na maioria das vezes, há fatores de riscos que dão indícios das invasões por ratos, sejam elas constantes ou intermitentes;

3. Devemos lembrar que os ratos são animais de hábito sociais, isto quer dizer que dificilmente andam sozinhos. Quando se imagina ter apenas um rato num determinado local, pode haver um comboio de ratos, ou seja, uma colônia de alguns ratos bem astutas que nos driblam diante das ruas habilidades e perspicácias.

4. Identificação da espécie;

5. Saneamento da área;

6. Instalação de bloqueios mecânicos;

7. Eliminação das fontes alternativas de alimentos;

8. Colocação de armadilhas na área interna, vias de trânsito e acesso;

9. Colocação de iscas raticidas nas áreas externas e tocas;

10. Monitoração constante para evitar novas infestações;

11. Verificar presença de pulgas e, em caso positivo promover o tratamento.

 

 

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